quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Email da Bruxinha Radiosa à Bruxa-Chefe



Assunto:Nunca mais vou voltar

   Olá, bruxa chefe!
   Não é dificil adiivinhar porque me fui embora, mas,apenas uma pessoa de comprensão lenta é que não percebe.Todos sabem como sou, não gosto desse mundo das maldades e trevas .
     O que é que os animais fizeram para vocês  os transformarem??!!
     Agora percebo que posso ser feliz aqui, apesar de ainda não saber bem o que fazer:
      -Será que irei ser heroina ou princesa? Fada se calhar será melhor!
      -Ou professora?!
       Se calhar, deveria ser polícia, ou bombeira, melhor ainda: ser juiz ou advogada.
       A única coisa que sei é que graças a mim este mundo onde estou vai ser melhor:
         -Vou ajudar os mais velhos a passar a passadeira;
         -Fazer aparecer mais dinheiro aos mais pobres;
         -Inventar uma máquina de transporte económica.
         Depois disto, tenho a certeza que serei a Primeira Ministra ou até, quem sabe, Presidente d    da República.....
       Há tanta coisa para fazer....
      Beijinhos e até nunca!
                           Da "Bxinha" mais radiosa

                                                                                                                  Raquel Sousa

Email da Bruxinha Radiosa à Bruxa-Chefe



Para: bruxa.chefe@bruxas.mb
Assunto: Estou noutro mundo!

Olá, Bruxa-chefe!
Estou cansada do reino das bruxas, porque esse mundo não é para mim: fazem maldades e bruxarias e eu sou radiosa.
Viajei até ao reino dos humanos onde me encontro bem e feliz! No reino dos humanos pretendo ajudar as crianças, ler-lhes histórias.
Este novo mundo é cheio de cor, vida e alegria enquanto que esse era morto, infeliz e escuro.
Adeus, espero que nunca mais nos encontremos.
                                                                    Bruxinha
                                                                                                           Ana Rita Quelhas

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Que dia!




Finalmente chegou o dia, ia por fim a caminho da loja. Era o meu primeiro dia de trabalho, o melhor dia da minha vida.
Quando cheguei a loja, o chefe dirigiu-se a mim e disse.
-Vou pô-la à experiência. Hoje fica no atendimento ao público.
Passou-se algum tempo até chegar o primeiro cliente. Este dirigiu-se a mim, entregou-me um papel e saiu porta fora. Ter-se-ia esquecido do que ia comprar?
Estava eu envolvida nos meus pensamentos, quando me deparei com o papel em cima do balcão. Fiquei indecisa, se calhar, não era para mim. Não! NÃO me parecia que tivesse alguma dúvida, o papel era para mim! Não aguentava de curiosidade, tinha de ver o que lá estava escrito. Desdobrei-o e deparai-me com a seguinte mensagem:
“Agente BB5124,venha imediatamente ter à sala de comando, é urgente. Não se esqueça de vir com a cara tapada. ATENÇÃO! Alteração na direção da sala de comando. Nova morada: Rua APD, Bloco 15-11º A.
Imediatamente fui ter com o meu chefe a pedir licença para sair durante uns minutos. Não podia arriscar ser despedida, e a curiosidade não me permitia ficar sem saber o que se passava.
Meti-me no carro e, com a ajudo do G.P.S., cheguei ao local em menos de cinco minutos.
Já estava prestes a bater a porta quando ……
Oh, não! Esqueci-me que tinha de vir com a cara tapada. Desci as escadas correr, olhei em meu redor e….não acredito, uma loja dos chineses. É isso mesmo, vou lá comprar uma máscara. Entrei olhei e apenas havia máscaras do Homem - Aranha. Comprei uma, ao menos ia com a cara tapada.
   Voltei para o local do encontro, bati à porta e ouvi uma voz que me disse:
-Por favor, diga a palavra passe.
Fiquei admirada e sem saber o que dizer. Acabei por responder:
-Não sei?!
A porta abriu-se e eu, com algum receio, entrei. Logo me disseram para não tirar a mascara e me dirigir para os provadores. Entrei nos cilindros de vidro e, sem saber bem como, fiquei vestida com um fato de agente secreto. Deram-me então uma missão que era a seguinte:
” Temos que encontrar o Monotas, tem andado a roubar ímanes da escola. Descobre o que anda a tramar!” A mensagem vinha com uma foto para o identificar.
Lá fui eu meio perdida a procura de um tal Monotótó ou Monotas.
De repente lembrei-me do meu trabalho e do meu chefe. Tirei o fato de agente secreto, corri para o carro e fui para a loja, mas já não tive sorte nenhuma. O chefe informou-me que estava despedida, pois tinha demorado muito tempo. Fiquei completamente desanimada e sem saber o que fazer.
Decidi ir ao banco ver as minhas poupanças. Eis então quando sai um homem disparado a correr com milhões de moedas a volta do corpo.
Perguntei ao gerente do banco o que se tinha passado e ele respondeu:
- Entrou aqui um homem a gritar:”Isto é um assalto!” e depois todas as moedas se agarraram ao seu corpo e depois foi-se embora a correr.
Percebi logo que tinha sido o Monotas bem como o porquê do roubo da roupa e dos ímanes. Corri logo atrás dele e ainda consegui apanhá-lo. De repente, olhei para o lado e vi a pessoa que me tinha entregue o papel na loja. Levou o Monotas para a prisão e disse-me para ir ao comando. Quando lá cheguei disseram-me:
-Muitos parabéns D. Antónia Pacheco! Passou no último teste. É Oficialmente Membro do C.I.D (Companhia de Investigação e Detetives)
Nesse momento tive a certeza: tinham-se enganado na pessoa. Expliquei-  -lhes que não era a D. Antónia Pacheco, mas sim Maria Lima. O responsável pela organização ficou muito atrapalhado com o erro e disse -me:
-Peço imensa desculpa pelo erro, isto nunca me tinha acontecido antes…
De qualquer forma, damos-lhe os parabéns, portou-se como uma verdadeira detetive. Vamos compensá-la com 100€.
Agarrei no dinheiro (que me fazia muita falta) e voltei para casa.
É verdade que fiquei sem emprego, mas sempre tive um dos melhore dias da minha vida.


Raquel Nogueira  de Sousa
5º7   nº20

O Bruno e o Mar



Eu tinha ido de férias para Monte Gordo no Algarve.
Eu e a minha família fomos à praia; eu entrei no Mar, quando ouvi uma voz:
-Olá, como te chamas?
-Quem falou? -perguntei muito assustado.
-Sou o Mar!
-O Mar?! Eu chamo-me Bruno.
-Vem brincar comigo(faz ondas maiores!)
Bruno surfava na sua prancha.
-Como é que falas?
-Há muitos muitos anos vivia numa ilha uma bruxa. Um dia, eu descontrolei-me e fiz um tsunami que  entornou o seu caldeirão com uma poção mágica .Ela, para se vingar, lançou-me um feitiço para eu ter vida e isso até é bom. A parte má é a maldição: à noite eu congelo.
A única pessoa que me pode salvar és tu
-Eu!!!
-Sim. Quem é meu amigo é o único que me pode salvar.
-O que é preciso fazer?
-Vais ao castelo da bruxa e tiras a poção que diz «Desfazer Maldições», abres a tampa e deitas a poção sobre mim.
-Ok!
Entrei no castelo e vi um armário, estava trancado, parti-o e tirei a poção que queria e fugi.
Deitei a poção sobre o Mar  e a maldição acabou.
-Obrigado, salvaste-me desta maldição, serei teu amigo eternamente!
-Amanhã vou-me embora, já não venho à praia, adeus, até para o ano!


Bruno Ferreira

A Serra que não gostava do inverno




          Era uma vez, uma Serra que no verão era muito feliz, mas no outono e no inverno era um pouco triste. Eu explico porquê. No verão ela conseguia ver a sua cidade. À noite, era tudo com luzes, pois, as pessoas saiam muito. Mas, no inverno, ela não conseguia ver nada, nem ninguém. O inverno, também tinha as suas vantagens, mas não tinha tantas como o verão. Para aquela Serra, o verão era especial pois costumavam lá ir muitas pessoas.
          Certo dia, a Serra reclamou ao Sr. Nevoeiro:
          - Saia da frente! Não consigo ver nada.
          - Desculpe, D. Serra! Mas, nesta altura tenho de ficar aqui até fins de Março – explicou o Sr. Nevoeiro.
          - Vá lá! Amanhã pode voltar. O Sr. Sol também deve estar triste.
          - Já falei com ele, e entendeu-me – explicou o Sr. Nevoeiro.
          - Está bem! – disse ela de uma forma amuada.
          Decidiu telefonar ao Sr. Vento do Norte.
          - Estou? Olá! – cumprimentou a D. Serra.
          - Estou? Quem fala? – perguntou o Sr. Vento do Norte.
          - Sou eu. A D. Serra.
          - Ah! Olá! Tudo bem? – perguntou o Sr. Vento do Norte.
          - Sim. E contigo?
          - Também. O que desejas?
          - Eu queria que tu empurrasses o Sr. Nevoeiro. Eu agora não tenho grandes vistas e ele também não sai da frente. Fazes isso por mim? – pede a D. Serra.
          - Claro que sim.
          - Muito obrigada. Adeus!
          - Adeus! – despede-se o Sr. Vento do Norte.
          Passados uns minutos, já não havia nevoeiro, e a partir desse inverno, a D. Serra passou a ser todo o ano feliz.

Luís Sena, nº 15

segunda-feira, 28 de novembro de 2011


                                          Covilhã, 3 de Novembro de 2011

    Queridos pais,

   Quero pedir-vos para me deixarem participar nos Jogos Olímpicos deste ano. Quero muito realizar esta viagem. Como sabem, tenho treinado imenso, tenho trabalhado muito para que cada vez esteja mais perto de alcançar este meu grade sonho.
  Fiquem descansados: eu vou com o tio Pedro. Eu e o tio vamos ficar em Olímpia num t0.
   Vamos sábado às 14:30h e regressamos na sexta-feira às 19:30h.
Sabem que quero mesmo ser atleta: desde criança que sonho ser desportista, mas toda a gente dizia que era desperdiçar tempo por sonhar com essas «tretas».
Mas esta é a grande oportunidade de mostrar ao mundo que estavam errados. Vou, mas não é para desistir, logo, vou para vencer!

      Beijinhos,  

                                                         Raquel Sousa
                                                           

Uma carta aos pais


                                                                                  Covilhã, 8 de Janeiro de 2011

Queridos pais:

Olá! Não vos posso perguntar pessoalmente pois estou de férias. Queria perguntar-vos se podia ir aos Jogos Olímpicos deste ano, em Londres. Eu sei que é ainda muito cedo, mas quero treinar muito até lá, para ficar em forma. Os meus amigos, da minha equipa, vão também e eu também queria ir para ganhar. Partimos em junho para visitarmos a cidade e, se calhar, voltamos em princípios de setembro.
Não se preocupem com o local onde vamos ficar. Já reservámos um quarto num hotel de quatro estrelas.
Também poderão vir ver-nos jogar, pois, não terão que pagar bilhete. Os pais dos meus amigos e os meus amigos são simpáticos e muito bem educados. Deixam-me ir? Adoraria ir, mas primeiro tinha que vos pedir autorização.
Respondam o mais rápido possível. 
Beijinhos,
                                          Luís Artur