sexta-feira, 22 de março de 2013

"O Principezinho" - Saint-Exupéry (Texto de opinião)


         Eu gostei deste livro porque aprendi com ele que, alguns dos humanos, pensam que são os mais bonitos do mundo, os mais sábios, os mais ricos e que mandam em tudo…                                                                                                         
    Aprendi que as pessoas que pensam assim não fazem ideia do grande mundo em que vivem. Ninguém sabe tudo e ninguém pode dizer que é a pessoa mais bonita do mundo.
Inês Saraiva
 
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O burro esperto


Há muito, muito tempo, o burro era um animal muito importante, pois ele era muito útil. Ele era usado para transportar mercadorias, e para cuidar do campo. Toda a gente queria um. Como toda a gente queria ter um, os burros começaram a desaparecer do seu habitat. Todos? Bem, todos não! Havia um que ninguém conseguia apanhar, chamavam-lhe: “O monstro come relva”. Sempre que alguém o tentava apanhar, saiam sempre aleijados. Certo dia, um cavaleiro que se julgava muito esperto, tentou apanhar o burro para agradar à princesa. Então, Sábado à tarde, montou uma armadilha com uma rede disfarçada com um pouco de feno. 

O burro, cauteloso, já tinha reparado na armadilha e atirou para lá uma pedra. O cavaleiro pensou que já o tinha apanhado: foi ver e viu a armadilha vazia. Aproximou-se um pouco para ver melhor, e o burro empurrou-o lá para dentro. Como já tinha acontecido milhares e vezes, o cavaleiro caiu na sua própria armadilha.

Então, para se vingar, o burro pô-lo às costa e levou-o ao castelo, onde o entregou à princesa. Ela começou-se a rir e convidou o burro para um grande banquete com a família real. 
                                                                     Raquel Sousa

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O burro casmurro


 

            Era uma vez um burro que vivia numa quinta, mais ou menos há uns 40 anos atrás. Na sua quinta, moravam também vacas, ovelhas, porcos e galinhas. Num dia, os ovos das galinhas chocaram e saíram uns pintos muito pequeninos. Nas primeiras semanas de vida, as suas mães galinhas contavam-lhes histórias, mas quando foram abatidas, os pobres pintainhos deixaram de as ouvir. A partir desse dia, os pintainhos iam “chatear” o burro para lhes contar uma história, mas ele não queria, dizendo que não tinha jeito para contar histórias. Na noite seguinte, o burro disse aos pintos:

            -Vão chatear as vacas!

            -Mas elas estão sempre a dormir quando lá vamos pedir para nos contarem um história.- respondeu-lhe um com uns olhos muito pequeninos, fazendo com que a sua vontade de contar uma história aumentasse. Então, cedeu e começou a contar uma história.

            -Era uma vez, um leitãozinho acabado de nascer, que tinha ficado sem pais e foi separado dos irmãos. Nesse dia, ele ficou muito triste, pois até aí, a sua mãe contava-lhe uma história para dormir. Na manhã seguinte, foi procurar alguém para lhe contar uma história e encontrou uma ovelha que não gostava de contar histórias. Numa noite ela cedeu, e contou uma história ao pequeno…

            E foi aí que um dos pintainhos se apercebeu que o burro estava a contar a sua história, indo-se embora e nunca mais voltando a pedir para lhe contar uma história.  
                                                                                                  Luís Artur
                                                                                                            A imagem veio daqui.          

O Burro


        Numa aldeia muito pequena havia uma quinta que tinha os campos cultivados e todos bem arrumados e tinha animais de todas as espécies possíveis de imaginar numa quinta. Havia, no entanto, um animal que se destacava: era um burro que não gostava de trabalhar, nem de carregar pesos... Gostava de passar o dia a passear pela quinta, a olhar para o ar.

         Nas redondezas da aldeia, toda a gente comentava como é que era possível haver um burro que parecia um humano preguiçoso. Certo dia, o burro começou a trabalhar como um burro: carregava pesos lavrava a terra…Todos acharam muito estranho pois , o burro tinha mudado do dia para  a noite. O burro tinha pensado: “ se eu trabalhar, talvez receba alguma recompensa e mais fama.” Na verdade, o burro não tinha mudado nada, só queria recompensas e fama e levou isso muito a sério até ao fim do inverno. Quando chegou o verão e veio um lindo sol e muito calor, o burro esqueceu-se do que tinha decidido e começou a descansar. Estava tão cansado que se deixou dormir ao sol e, de tanto sol apanhar, morreu.

 

Inês farias saraiva   

 

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Desapareceu o Príncipe Perfeito

O Príncipe Perfeito desapareceu do Hospital Dona Carmo II, durante a saída das visitas, no dia 1 de janeiro, dia em que completava quatro anos. Caso veja uma criança pequena, de cabelos loiros e pele clara, vestindo um pijama azul com barquinhos pequenos e umas pantufas vermelhas, é favor trazê-lo aos aposentos d´El Rei onde lhe será dado um palacete à beira mar, como recompensa. Se tiver algumas informações dirija-se imediatamente a El Rei D. Malaquias.

Obrigado pela atenção.



                                                                      Raquel Sousa

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Textos escritos a partir da leitura da obra: "Ulisses" de Mª Alberta Menéres


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Ulisses no mar das sereias

 

C
hegados ao mar das sereias, Ulisses, começou a ouvir o seu agradável canto. Não conseguia resistir àquele canto, e por mais que gritasse aos marinheiros para pararem, eles não o ouviam. Então, Ulisses uniu as suas forças e num ato heróico, soltou-se do mastro, mergulhando majestosamente no mar.

Apesar de se tentar libertar do canto hipnotizador das sereias, estas aproximavam-se perigosamente tentando atraí-lo.

Para escapar, chegou perto de uma sereia, tocou-lhe no cabelo, como que para perguntar como é que tinha o cabelo tão suave. Todas começaram a falar do novo amaciador do cabelo da sereia, abstraindo-se de Ulisses.

Apanhando-as de surpresa, Ulisses conseguiu chegar à superfície, fugindo para o barco. Já a salvo, colocou cera nos ouvidos, para não cair no encantamento das sereias, e prosseguiu o seu caminho.
 
                                                                                                Raquel Nogueira
 
 
Ulisses no Mar das Sereias
 
Ulisses continuava a gritar para pararem de remar , mas os marinheiros não o ouviam.
Entretanto, Ulisses, com uma faquinha que tinha no bolso, começou a cortar  as cordas que o amarravam ao mastro do navio e conseguiu soltar-se para ir salvar a sua mulher, Penélope, que ele pensava estar no fundo do mar.
Ulisses saltou diretamente para o mar. Ao longo do mergulho via cores a brilharem e várias barbatanas grandes à sua frente. Sentia-se confuso e com falta de ar, mas Ulisses continuava, até chegar ao pé de Penélope.
 De repente, ao seu lado viu uma, duas, três, quatro, cinco, seis sereias a cantarem muito, muito alto. À sua frente, viu o fim do mar e nele não estava Penélope. Apercebeu-se que era uma partida das sereias e que Circe tinha razão.
Ulisses só tinha uma possibilidade: pôr algas nos ouvidos para não ser encantado pela música das sereias. Foi isso que fez. De seguida, nadou até ao barco, para fugir delas. Ulisses era muito rápido a nadar e, assim, as sereias não o conseguiram alcançar, por isso, ficaram para trás. Quando chegou ao barco, Ulisses, tirou a cera dos ouvidos dos seus companheiros e continuaram a viagem.
Uma vez que Ulisses desobedeceu a Circe, pediu-lhe desculpa.
                                                                                            Artur Canário

Concurso de escrita (a nível de Escola)


 
                                                 A Imagem veio daqui.
                                                     A Lua
 
Numa certa noite, havia um grande problema, a Lua estava atrasada. Já eram 11:35 e ela ainda não aparecera. No entanto, havia uma razão, havia uma guerra entre a Lua e o Sol e este estava a ganhar. Mas, a certa altura, a Lua conseguiu escapar usando uma estrela como nave, e, assim, ela voltou a iluminar a noite para o resto dos seus dias. 
 
                                                                    Gonçalo Ribeiro