segunda-feira, 8 de outubro de 2012


As melhores férias do mundo

 

As minhas férias de sonho seriam passadas numa viagem por toda a Europa. Iria ser espetacular! Comigo iria levar a minha família e os meus melhores amigos. Partiria logo no primeiro dia de férias (se não ficasse doente nesse dia).

Em cada país que parasse iria comprar postais e enviar para a minha casa e quando chegasse iria ver as maravilhas que tinha visitado e saber um pouco mais da cultura Mundial.

Quando chegasse a casa iria ficar lá durante quinze dias.

Após esses quinze dias, iria embarcar num cruzeiro por todo o mundo. Até ia à Antártida ver os cientistas que lá estão. Iria visitar a China, iria à Cidade Proibida e, também, dar um passeio de bicicleta pela Grande Muralha da China.

Quando chegasse a hora de voltar outra vez à escola iria contar a todos os meus amigos como foram as melhores férias do mundo.
Francisco Oliveira
 
 


Viagem a Paris

Nas minhas férias de sonho, eu iria até à França, à cidade de Paris. Iria com alguns amigos meus durante um mês, no Verão, pois, está mais quente e o tempo é agradável.

Começaria por ver os monumentos, nomeadamente o Arco do Triunfo, a Torre Eiffel e, claro, daria uma volta de barco no famoso Rio Sena.

Provaria algumas comidas típicas da região, visitando lojas, passeando em praças, ruas, avenidas, etc.

Não me poderia esquecer de visitar a Disneyland, visitando-a de uma ponta à outra e divertindo--me nas suas inúmeras diversões e fantasias.

Ficaria hospedado num hotel de cinco estrelas, com uma grande piscina para eu nadar durante o dia. Quando chegava à noite, saía do hotel e iria jantar fora e faria passeios noturnos entre as ruas de Paris.

Seria assim a minha viagem de sonho a Paris porque acho a cidade muito bonita, cheia de coisas para ver como monumentos, mas também muita diversão.
                                                                                        Gonçalo Simões
 
 
 


O RECADO

Mãe,

Tenho de ir a casa do Gonçalo: ele ficou-me com o livro de Português.
 Não fiques preocupada por eu não estar em casa.
Volto brevemente!

                                            Manuel Morais   

 

Querias!!!!

   Oriana andava a passear e olhava encantada para a sua floresta que tinha árvores de copas grandes, despenteadas, altas e baixas; arbustos ... as mais diversas histórias e um céu onde o sol brilhava mais do que diamantes.

 Os rios eram azuis e extensos, com águas cintilantes como as estrelas e com peixes das mais diversas cores e formas.

-Oriana, ó minha amiga, Oriana! Sou eu, o teu amigo nadador, aqui na relva, cá em baixo! - disse uma voz rouca.

Oriana olhou para baixo, e viu o indefeso peixe , deitado sobre a relva verde como a alface. Grandes gotas de orvalho que pareciam pérolas enormes mantinham o peixe com vida, mas por pouco tempo.

Então, ela agarrou num pote, encheu-o de água e meteu o peixe lá dentro.

-Quero-me certificar que não foges. Cobarde  como és, já não acredito em ti! Além disso, quero-te contar as desgraças que me causaste: fugiste quando mais precisei de ti, que amigo, não é? Andei descalça pelo chão cruel que me rasgava os pés; andei pela cidade onde fui pisada vezes sem conta, aquilo é uma confusão. Ouvi histórias horríveis acerca daquilo que aconteceu; fui vezes sem conta aos montes, e só quando impedi  que o abismo engolisse a velha sem dó, é que recebi as minhas asas de volta! – enumerou Oriana.

-Oh! Coitado de mim! O teu melhor amigo peixe, só te fez elogios. Com o devido respeito, que mal agradecida tu és! - protegeu-se o peixe.

 -Mentiroso! - atirou Oriana

-Eu!? Eu não sabia de nada!!

-Sim, tu sabias! Se vives na minha floresta: como não sabias que eu tinha uma promessa? - rematou Oriana

-Eu sou novo cá - respondeu indignado.

-Já agora, não és meu amigo! -disse Oriana - Vou levar-te para fazeres companhia àvelha.

 E lá foi ela até á casa da velha.

Quando lá chegou, deixou o pote como peixe  lá dentro, e com  um bilhete que dizia:

Agora  já não estas só, conta com  o peixe para tudo o que  precisares. Claro que eu não vou de deixar de te  visitar.

 

                                                      Assinado

                                A Fada Oriana

 

-Ah! Afinal eu tinha razão! Elas existem, existem mesmo! – exclamou a velha.

- Obrigada! Obrigada!!- exclamou a velha olhando para o céu.
Raquel
 

terça-feira, 1 de maio de 2012

O peixe e Oriana reencontram-se

                                                Esta imagem veio daqui.


Num dia luminoso, Oriana estava a passear pela floresta, vendo se  tudo estava bem. Entretanto, ela ouviu uma voz.

Essa voz gritava:

-Socorro, socorro, socorro! Alguém me ajude.

Oriana voou, voou, mas não encontrou nada encontrou nada. Chegou ao rio e viu o peixe a saltar na relva verde; quase que não respirava.

Oriana disse-lhe:

-Não sei se te vou ajudar, tu mentiste-me.

O peixe pensou no que tinha feito e responseu:

-Desculpa, Oriana! Eu prometo, palavra de peixe! Não te vou desiludir mais. Salva-me, Oriana!

Oriana pensou, pensou e disse:

-Sim peixe! Eu ajudo-te, mas não me desiludas.

Oriana pegou no peixe, pô-lo na água e virou-lhe as costas.

O peixe chamou-a e disse-lhe agradecido:

-Espera aí, Oriana! Obrigado! Se tu precisares de algo, estou aqui. -agradeceu o peixe. 

Alexandre 

Oriana e o Peixe


Num dia de verão, à uma da tarde, Oriana voava à beira do rio quando viu o peixe na margem.

   -Olá, peixe!

   -Oriana, ajuda-me, por favor!

   -Ajudo-te, mas é só por causa da minha promessa, senão cozinhava-te.

   Oriana pegou nele e pô-lo na água.

   -Tu estás muito mal penteada. Antes, enfeitavas-te com as flores que punhas no cabelo.

   -Eu prefiro estar sem flores, tenho de pensar nos outros e não pensar em mim. E que história foi essa de dizeres que eu estava apaixonada por ti?

   O peixe, muito envergonhado, mergulhou e desapareceu.

-Ingrato e, ainda por cima, mal educado.

   Oriana decidiu que não voltaria a ajudar o peixe.

   -Agora que todos sabem que há uma fada na floresta, hoje à noite, vou dar uma festa.

   Oriana transformou pedrinhas brancas num delicioso jantar e num grande bolo. Todos os homens e animais se divertiram, excepto o peixe, que estava agora sozinho e sem amigos.

Bruno Ferreira

                                                     Esta imagem veio daqui.

O reencontro com o peixe



Oriana ia a caminho da casa do moleiro e olhou para o rio, para ver se estava tudo bem.
-Ah! Que agradável que é o perfume dos lírios e dos malmequeres!- exclamou Oriana.
Dirigiu-se até a uma das margens e apanhou um ramo de lírios brancos para dar ao Poeta. Na outra margem, viu uma coisa laranja a saltitar. Era o peixe! Oriana interrogou-o:
-E agora?! Também foste atrás de uma mosca ou de uma borboleta?
-De uma borboleta. Por favor, ajuda-me! - implorou o peixe.
-Para quê? Para me enganares de novo? Nem pensar.
-Por favor! Não queres que a Rainha das Fadas te tire de novo as asas e a varinha de condão por não me salvares, pois não?- chantageou o peixe.
-Está bem, mas promete-me uma coisa.- pediu Oriana.
-Tudo o que quiseres.
-Dá-me três pedrinhas brancas para amanhã ir à casa do lenhador. Hoje só transformei duas, as últimas que lá havia em redor.
-Está bem.
Oriana pôs o peixe com cuidado na água e ele disse:
-Volto já!
Oriana esperou, esperou e só passada uma hora e meia é que o peixe voltou. Oriana reclamou:
-Chegaste muito tarde. Já devia estar na casa do moleiro há imenso tempo.
-Desculpa! Amanhã, a esta hora, vem de novo ter comigo. Podes-me pedir outro favor.
-Não quero. Vais fazer o mesmo que fizeste quando os animais queriam uma testemunha e tu não apareceste. Não, obrigada.
-Está bem. Estás a ser pobre e mal agradecida. Devias aproveitar.
-Não quero. Vou a casa do moleiro. Adeus! Tenho mais coisa que fazer ao contrário de ti.
-Adeus!
E Oriana foi a casa do moleiro.

Luís Sena
                                                              Esta imagem veio daqui.